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quinta-feira, dezembro 04, 2014

terça-feira, novembro 25, 2014

segunda-feira, novembro 03, 2014

Não existe verdade desportiva!



Ainda falam em apitos, escutas e merdas afins, o fiscal de linha está seguramente a 3 metros da linha virtual, como poderá saber em consciência se o avançado está efectivamente em fora de jogo?



A verdade desportiva?



A imagem do canal emissor mas com a devida correcção, pois as linhas virtuais deverão acompanhar as marcações existentes no relvado, neste caso a linha da grande área...

A verdade desportiva!

 
 
A imagem inicial do canal emissor do jogo...




segunda-feira, setembro 08, 2014

Portugal vs Albania

O pior cego é aquele que não quer ver!

Depois do que se passou no Mundial, insistir no mesmo seleccionador, com o mesmo estilo de jogo, com os mesmissímos jogadores, mudando apenas uns quantos, continuar a insistir em Éderes e afins não me parece que seja a melhor opção...

Paulo Bento não quer ver, as suas declarações no fim do jogo são, para mim ridículas e definem bem o estado de espírito do seleccionador, é melhor um emprego bem pago do que trabalhar num clube e jogar para o 2º lugar...

O presidente da FPF não quer ver, continuar a apostar em Paulo Bento depois da vergonha do Mundial diz tudo, ninguém foi culpado...

A Comunicação Social continua a não querer ver, paulo Bento goza de boa imprensa, fosse Carlos Queiróz e já teria caído o Carmo e a Trindade...

Paulo Bento não serve para seleccionador de Portugal e ponto final.


terça-feira, agosto 05, 2014

Tiros certeiros!


São tiros certeiros, só não são rockets saídos de um qualquer túnel na faixa de Gaza...

Retirado daqui .

Impressões...


As aparências iludem?

Pelos vistos sim...

As cláusulas!


Hoje em dia está na moda a critica viperina sobre tudo e mais alguma coisa, nem sempre de forma apurada mas enfim...

Outra coisa que vou reparando é a quantidade de blogs (pseudo afectos) ao FC Porto, onde, algumas das suas criticas são mais propriamente de blogs benfiquistas do que portistas, mas isso são outros quinhentos....

Agora as cláusulas...

Esses pseudo blogs portistas perdem muito do seu tempo na critica fácil à forma como são efectuadas as vendas e as contratações com as cláusulas de rescisão lá inseridas, perdem muito tempo a analisar se o novo guarda redes do FC Porto é caro, e comparando-o ao Neuer, tem uma cláusula exorbitante, salvo erro de 30 milhões de euros...

A cláusula nunca foi um entrave à venda de nenhum jogador do mundo, é simplesmente um valor colocado num contrato onde, pagando esse tal valor estipulado, o clube detentor do passe do jogador, não tem como evitar a sua saída, vide caso Figo do Barcelona para o Real...

Abaixo desse valor deverá haver sempre negociação...o resto é conversa para boi dormir...Hulk por 100 milhões...Cardozo por 65 mihões...you name it!

Depois existem também os compulsivos obssessivos, que vêm sempre grandes teorias conspirativas nas compras e vendas, conhecem algum negócio no mundo que não circule à volta de conhecimentos e favores e onde não se opere no fio da navalha da legalidade? Conhecem?

Bancos?

Seguradoras?

Construtoras?

Comunicações?

Media?

Saúde/Laboratórios Farmacêuticos?

Sociedades de Advogados?

Organismos Politicos?

Organismos de fiscalização e de intervenção estatal?

O que distingue, um qualquer dirigente desportivo, de um banqueiro? De um politico? De um gestor de topo?

Onde existirem milhões envolvidos existirá sempre dúbias formas de gestão, o futebol não é excepcção, nunca o foi e nunca o será, mas também não poderá ser o bode expiatório de todas as más praticas do mercado!




quinta-feira, julho 24, 2014

Transfira tudo para o BES!

 
É garantido mais um caso supra nacional de burlas e esquemas ultra fraudolentos...

A prova provada que não basta falar com sotaque lisboeta, vestir Hugo Boss, usar relógios Audemars-Piguet ou afins e ser alcunhado de DDT (Dono Disto Tudo) para fazer estragos ao estilo TNT (Trinitrotolueno)...

Ronaldinho tens dinheirinho lá enfiado? É melhor sacares o guito de lá...

O que se passa no BES é mais uma vergonha classificativa das elites Portuguesas, descobrem-se ligações mirabolantes com alguns denominadores comuns, "alta" finança, "alta" política, "alta" advocacia...

O meu descrédito na banca é já muito longo e não pára de me surpreender!

Só não entendi ainda o porquê de não terem deixado caír o BPN, esse sorvedouro de dinheiro de gente trabalhadora...

Enfim gente "fina" é outra "loiça" não dizem caralhos nem fodasses mas a merda é a mesma ou N vezes pior que o Zé Pagode...

domingo, julho 13, 2014

Hoje caiu um mito!


Para mim caiu um mito, Messi não é, nem de longe nem de perto, o novo Maradona, o maior jogador de sempre e todas as balelas que muita gente, Miguel Sousa Tavares por exemplo, apregoam.

Messi não carrega uma equipa mediana como o Nápoles de Maradona e muito menos uma selecção como a da Argentina em 1986.

Maradona é eterno.

Maradona é o melhor jogador que eu vi jogar, não há ninguém com a aura que ele tinha.

Não há para mim melhor do que ele!

Messi foi uma desilusão para mim, acreditava que poderia fazer algo que fizesse sofrer os cabrões dos Alemães (perdoem-me mas não os suporto) mas não, foi uma autentica nulidade...ainda têm o desplante de fazer comparações com o Cristiano Ronaldo, tenham dó!

sexta-feira, junho 27, 2014

Desabafos!

 
 
 

Existe um pormenor para mim que foi decisivo neste mundial.

A falta de preparação mental. Mais do que fisica mental.

Outro pormenor é a falta de planeamento, para mim notório, na estratégia montada para os jogos. Um treinador que planeia a estrátégia e não consegue que os jogadores a apliquem é incompetente. Contra a Alemanha não se equacionam os cenários? Não existe antecipação de situacões? Não se tenta explorar os pontos fracos? Um dos pontos fracos dos Alemães é o facto de não lidarem bem com a famosa "ronha" dos latinos, o jogo do "engonha" do simula uma faltita, tenta tirar partido de um encosto, mas não...o que aconteceu foi precisamente o contrário, simulação de um jogador Alemão e o Pepe a perder as estribeiras...

Outro teve a ver com a convocatória. Ninguém me consegue demover da ideia de que a convocatória do Paulo Bento é só dele, para mim não é, existem decisões incompreensíveis.

Já nem estou aí para o facto de ser deste ou daquele clube. mas não levar Antunes, Tiago, Quaresma, Bébé é para mim incompreensivel. Levar jogadores que passaram meses lesionados, sem garantias de poderem cumprir a 100% é de uma incompetência atróz. Que se leve um jogador nessas condições (o Ronaldo neste caso) é uma coisa, 4 ou 5 já é outra.

Mas há um jogador cuja convocatória me deixa abismado, Éder! É jogar com 10, o moço corre muito mas não faz rigorosamente nada. Correr só por si não chega, estar lá só por si não chega.

As desculpas do clima não pegam...O clima afecta todos, então os Alemães nem se fala...

Não percebo porque Paulo Bento insistiu sempre nos mesmos jogadores e na mesma estratégia, porque não colocou Ronaldo como ponta de lança livre de movimentos. Não percebo porque não se exploraram as alas, com cruzamentos para a cabeça de Ronaldo.

Futebol mastigado e previsível.

Ronaldo é o super jogador, mas só por si não chega. Os colegas pegam na bola, tem linhas de passe mas só procuram Ronaldo, leva com 4 jogadores adversários em cima e não consegue fazer nada, óbvio, e a culpa é de quem? Dos colegas mas também do treinador que não os rotina a procurar Ronaldo nos espaços vazios onde é letal. Ronaldo embalado e com espaço marca 10 golos. Ronaldo com 4 jogadores a apertá-lo torna-se presa fácil...

Quem marca o ritmo no nosso jogo? Não há Rui Costas nem Decos...e agora as dificuldades são notórias...

Extra futebol, situações de preparadores fisicos, anúncios de saídas de treinadores adjuntos, viagens incompreensíveis, treinos abertos para 10 000 pessoas, a excessiva atenção ao Ronaldo, são coisas más de mais para serem verdade.

Para mim existe um culpado, pois personifica esta verdadeira derrota. Paulo Bento. Devia demitir-se.

Os outros culpados? Humberto Coelho e Fernando Gomes. Pior do que errar é continuar a insistir no erro.

Para mim?

 
 
É a figura do que resta da nossa má figura, ou seja o único que, a meu ver, sofreu com aquilo tudo e pela eliminação...o resto já devia andar a pensar nas férias...
 
Grande Beto, um excelente profissional mas que infelizmente teve o azar de estar ligado à história do Braga e do FCP, não lhe perdoam a final contra os mouros...Rui Patricio...dasssssssssss
 

quinta-feira, junho 26, 2014

O que dizer? Parte III


1ª parte.

Árbitro concede 1 minuto de tempo de compensação.

O defesa do Gana corta a bola para fora.

Lançamento para portugal.

Faltam 50 segundos.

Bruno Alves pega na bola e prepara-se para efectuar o lançamento...nada acontece...simula que o vai fazer e espera por João Pereira...João Pereira pega na bola e põe-se a olhar...esgotou-se o tempo extra...João Pereira vai a efectuar o lançamento...o árbitro dá a 1ª parte por terminada...contestação dos jogadores de Portugal...Sintomático!

Temos de marcar golos...e esperar pelos outros...

A atitude? A mesma de sempre...relaxamento...pouco ou nenhum brio...

Depois de ter visto o espírito dos jogadores do Equador ontem frente à França que cheguei à conclusão de que somos, mesmo, uma valente merda em termos de equipa e de selecção!

O Ronaldo está visivelmente estourado da época...

O que está lá a fazer o Éder? O Bébé não era melhoir opção?

O Ronaldo joga muito bem de cabeça...porque não exploram as alas?

A Alemanha marca...Portugal sofre golos...enfim!

Ah o Antunes não foi convocado porquê?

O que foi fazer para lá o Vieirinha? Eu a escrever...acabou de entrar...20 minutos num mundial!

O Éder...ai o Éder...

A surpresa a 15 minutos do final...Raúl Meireles...

PS: tenho assistido a alguns play off da sic noticias, e se dúvidas tinha desfi-las todas...o Simões pode ter sido um jogador de eleição mas de resto é uma merda de um faccioso e com tiques pseudo intelectual que fala para acéfalos...

segunda-feira, junho 23, 2014

O que dizer? Parte II



Os sentimentos de nojo continuam...

A apatia é notória.

As lesões? Incompreensíveis...

A atitude? A falta dela...

As escolhas? Inconsequentes...

Queremos ser sempre algo que não somos, discursos exacerbados, irrealistas, com lugares comuns em exagero.

Deveriamos ser muito mais humildes. Mais pragmáticos, quem não tem cão caça com gato, ditado popular muito bem conseguido, pena é que tenhamos um canil e convocamos num gatil...

A depressão portuguesa é notória, sempre. O triste fado Portugês... Que se foda o fado, detesto-o. Sempre. Em todas as circunstâncias. Em qualquer inevitabilidade detesto-o.

Ninguém trata aspectos psicológicos? Eu vejo uma selecção descrente. Ninguém trata aspectos motivacionais? Eu vejo uma selecção derrotada.

Conquistadores? De quê?

Por incrível que pareça dei por mim a pensar no JJ, e logo eu que não gosto do bazófias, pensei para mim, tacticamente, com JJ, a selecção seria irrepreensivel, teria fio de jogo, teria um 10 a comandar os ritmos, teria estratégia nas bolas paradas, teria pressão a meio campo e logo à saída da defesa contrária...é um bazófias? É! Mas não é burro. Paulo Bento? Não é um bazófias...Mas é mesmo burro!

Se estou desiludido? Não... Já esperava este desfecho.

Há muito que me dexei de encantar com bandos de inconsequentes.

segunda-feira, junho 16, 2014

O que dizer?



Movem-me sentimentos de um certo nojo...

Não gosto de alemães mas gosto menos das figuras que fazemos.

Temos alguns bons jogadores, temos um super-jogador, e depois temos jogadores banais.

Temos também, um treinador fraco, forte no vencimento (1,5 milhões de euros/ano) mas muito fraco num factor fundamental, a motivação dos jogadores e não só, a massa adepta também...

Não me sinto minimamente motivado ao assistir ao estilo de jogo, aos jogadores seleccionados comparativamente aos seleccionáveis, às substituições, tudo parece inócuo, por falar nisso acontece agora mesmo o 4-0 para a Alemanha...

Um seleccionador não é isto até porque isto não é o Sporting...

O Tiago deveria ter ido ao Brasil, não me interessa as conversas que teve, muito menos o argumento de que não era justo para quem fez a fase de apuramento, há sempre algo de inexplicável nas prestações nacionais, há sempre segredos de lesa pátria, há sempre silêncios que não são inocentes.

Resumindo, até poderemos ser campeões, para mim somos uma merda!




quinta-feira, junho 05, 2014

O Messias!

 
 
Sinceramente não notam nada do tipo "dejá vu" neste indivíduo?

PS: O nível vocabular do sujeito é por demais evidente, os anglo-saxónicos costumam caracteriza-lo com um simple "priceless".

quarta-feira, junho 04, 2014

O recomeço...

 
Tenho andado a "circular" pela blogosfera e tenho-me deparado com certos comentários de gentinha de merda. Realmente gentinha de merda.

Que se saiba ainda vivemos num Estado de Direito democrático.

Que se saiba sem a respectiva autorização judicial não são permitidas escutas telefónicas "à la carte", existem regras suportadas por LEIS. Goste-se dessas leis, ou não se goste, elas estão consagradas e com o suporte da população eleitora que coloca na assembleia da república os deputados que quer.

Apito Dourado transformou-se em pífio dourado, um serviço encomendado, sabe-se bem por quem, para atacar uma certa franja do futebol nacional, o resto do país e ilhas não interessou...

A assembleia que originou a descida de divisão do Boavista FC foi ilegal, a assembleia "real e verdadeira" foi encerrada, ponto final, goste-se ou não se goste do resultado da mesma. O que se passou a seguir foi uma reunião de amigos com alvos estabelecidos e concretos que já sabia ao que ia.

Os que só falam em verdade desportiva são exactamente os mesmos que cometem as maiores atrocidades para que a verdade desportiva seja só deles... Que a comprem e registem a patente...

A LPFP (Liga), cuja sede se situa na cidade do Porto, é que detinha o poder, como a macrocéfala e centralista capital do império nunca gostou muito desta situação, tratou prontamente de levar as partes de maior decisão para lisboa, sintomático...

Tenho lido certos comentários pela blogosfera, acerca de o Boavista não estar em condições de poder participar no campeonato. O Boavista é um clube centenário, com palmarés e pergaminhos no desporto nacional, eu disse desporto, o Boavista não é só futebol, mas vive muito dele, é dele que vem muita da projecção do clube, o que tentaram fazer ao Boavista foi do mais reles que alguma vez se viu fazer a um clube português.

O nosso estádio não recebeu fundos perdidos em negociatas mal amanhadas, o estado nada nos deu, a câmara do Porto nada nos deu, nunca houveram bombas de gasolina para o boavista, nem negocios com terrenos...

O Boavista tem todo o direito e legitimidade de estar presente neste campeonato, vai ter de recorrer a jogadores emprestados, é um facto, mas prefiro isso a entrar em loucuras, prefiro acabar em 10º lugar e criar bases sólidas para atacar o futuro, isto enquanto não formos devidamente ressarcidos do mal que nos fizeram. Depois logo se verá.

Quanto aos execráveis que comentam, de forma pejorativa, o sofrimento por que passa o Boavista relembro que nunca demos pseudo-acções da SAD como garantia de dívidas, e assim sendo é bem mais fodido ter forma de comprar bons jogadores...

O recomeço é difícil mas... mas o que importa no fundo, desta situação toda, não é o cair, importa sim a forma como nos vamos levantar, de cabeça erguida e dar uma lição a esses cabrões que nos queriam ver mortos e enterrados!





sexta-feira, abril 18, 2014

Rescaldo!

 
 
Em actualização...

Pois o FCP teve uma época onde falhou totalmente . Falharam nas compras de jogadores, na mudança de treinador.

As responsabilidades tem um rosto e são estes dois da imagem.

Drama?

Não há drama nenhum, falharam, mas se são inteligentes detectaram os erros e terão de os corrigir, pois falhar novamente é que será um drama.

O Lyon em França venceu o campeonato por 7 vezes consecutivas e agora vê-se e deseja-se para ir às competições europeias.

Temos de ver as coisas ao olhos da realidade, é muito difícil vencer tudo o tempo todo.

Julgo que mais importante do que tudo isto que se passou esta época será o encontrar soluções de financiamento, para todos e não só para alguns. Todos, pois todos estão com a corda na garganta.

Uma das soluções seria abrir os capitais das SAD's a investidores, mas o português é muito curto de vistas, em inglaterra os clubes são detidos por investidores e com os resultados que se vêm, aqui joga-se  sempre mais com o coração do que com a razão.

A lengalenga é sempre a mesma, os clubes são dos sócios, é pura falacia, veja-se os casos que por aí abundam nas eleicções dos clubes, uns por lista única, outros alteram ilegalmente os estatutos para impedir novos candidatos, outros são impostos por terceiros (Bancos) enfim um regabofe total...Os clubes nunca foram dos sócios, os sócios pagam por uma ligação afectuosa a um clube e fica-se por aí...

Mas vejamos o defeso, este ano será mais fácil trabalhar, é ano de mundial, as atenções desviam-se para o Brasil, os clubes observam e trabalham mais discretamente.

Quanto ao resto são "fait-divers"!

sexta-feira, abril 11, 2014

sexta-feira, abril 04, 2014

Uma teoria...

Laura Botelho, Escritora e Pesquisadora, surpreende-nos com esta versão do misterioso desaparecimento do MH-370 da Malaysia Airlines.  [daqui]



Afirma Laura:


Quando a própria media convencional e “respeitada” invoca um ar de suspense sobre o desaparecido avião após todas as hipóteses “cientificas” terem-se esgotado para resolver e capturar o que aconteceu ao MH-370 algo de estranho se está a passar. Numa altura que se recruta pessoas para ir a Marte torna-se difícil explicar que não se consiga encontrar um “aviãzinho”! Vamos fazer um diagnóstico sobre este estranho caso, reunindo as peças do puzzle  que se conhecem. 


Assim;

Boeing 777-200ER da Malaysia Airlines tem uma reconhecida boa segurança, é dito até  ser um dos mais seguros devido a sua tecnologia. No avião encontravam-se  239 passageiros. Sete eram crianças.
O Vôo MH-370 partiu do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur às 00:41 de sábado (16:41 GMT sexta-feira), e deveria chegar a Pequim às 06:30 (22:30 GMT) – um pouco mais de 7h de vôo. O Capitão Zaharie Ahmed Shah, tinha mais de 18.000 horas de vôo e era um funcionário da companhia aérea desde 1981 – 33 anos de casa.

Foram confirmados que estavam a bordo da Malaysia Airlines " 20 funcionários" (12 da Malásia e 8 da China) da empresa  FreescaleSemiconductor   – uma empresa de tecnologia com sede no Texas com bases em várias fábricas em  Kuala Lumpur e Tianjin, China. A Freescale Semiconductor desenvolve microprocessadores, sensores e outras tecnologias que executam funções de computação em sistemas electrónicos  nos últimos 50 anos. 

A Freescale tinha acabado de lançar um novo gadget de “guerra electrónica” para sistemas de radares militares nos dias que antecederam ao desaparecimento do Boeing. Aparentemente, esta patente seria aprovada 4 dias após o desaparecimento do vôo, e o que estaria em jogo seria exactamente o direito à patente.
O valor da patente seria dividida assim - 20% para Freescale Semiconductor  + 20% para cada um dos 4 funcionários, os quais estariam no avião. Caso eles não sejam encontrados a Freescale Semiconductor terá controle completo da patente. Se um detentor de patente morre, em seguida, os titulares restantes dividem igualmente os dividendos do falecido se não houver  testamento. Se quatro dos cinco morre, então o titular da patente restante fica com 100% da patente.

Os detentores de patente podem alterar o produto legalmente, passando para seus herdeiros. No entanto, não podem fazê-lo naturalmente, até que a patente seja aprovada, o que não aconteceu, pois o avião desapareceu!

Quem são os outros 20% de accionistas da Freescale ?
Incluem o Grupo Carlyle de investidores de private equity, cujo  conselheiros no passado incluíram ex-presidente americano George Bush  pai, e ex-primeiro-ministro britânico John Major. Clientes de destaque da Carlyle incluem a Saudi Binladin Group, a empresa de construção de propriedade da família de Osama Bin Laden.

Sabe-se que uma carga "altamente suspeita" estava a bordo do avião em 8 de Março, declarada "publicamente como pilhas de lítio". Por este facto, teria Moscovo notificado o Ministério de Segurança do Estado da China (MSS) da sua preocupação quanto a "essa carga" e Moscovo recebeu dos chineses a garantia de que "todas as medidas" seriam tomadas a fim de se  verificar o que estava a ser mantido tão escondido quando a aeronave entrasse no seu espaço aéreo Chinês.

Mas vamos a uns pormenores até agora pouco conhecidos: O voo MH-370 foi "significativamente desviado" do seu curso por controlo remoto. Monitorizado por satélites e radares VKO no Oceano Índico, voou quase 3.447 km (2.142 milhas) para o atol de Diego Garcia.

A alegação é que um controlo remoto (tipo drone), pode ter sido usado para controlar o avião a  sua velocidade, altitude e direcção através do envio de sinais de rádio sem a interferência dos pilotos. 



Ora os EUA tem tecnologia capaz para desviar o avião para a sua base em  Diego Garcia,ou para outra base qualquer, pois esta aeronave 777-200ER Boeing está equipada com um sistema  fly-by-wire (FBW), que substitui os controles de vôo manuais convencionais de uma aeronave ,com uma interface electrónica (controlo remoto) que, lhe permite controlar qualquer aeronave deste tipo.




Entretanto;

Moradores  nas Maldivas disseram terem visto um "avião a  voar baixo" às 6:15h em 8 de Março cuja descrição é aproximada ao voo MH-370. Um especialista em aviação local disse provavelmente que o avião teria sobrevoado as Maldivas. A possibilidade de qualquer aeronave sobrevoar a ilha no tempo e hora relatado, é extremamente baixa, acrescentou o especialista.
Testemunhas oculares do Kuda Huvadhoo  concordaram que o avião estava a voar de Norte para o Sudeste, em direcção ao extremo sul das ilhas  Maldivas. Também confirmaram o barulho incrivelmente alto que o vôo fez, quando voou sobre eles. Sabe-se que o avião após ficar incontactável passou para uma altitude de 3000 pés, naturalmente para escapar à maioria dos radares



Habitantes das Maldivas:

"Eu nunca vi um avião voar tão baixo” sobre a nossa ilha antes. Vemos hidroaviões, mas tenho a certeza de que este não era um desses, disse uma testemunha ocular. Algumas pessoas saíram das suas casas, para ver o que estava a causar este barulho tremendo".

Tudo indica que o avião desaparecido estará em Diego Garcia, uma base militar “muito peculiar”e importante dos EUA.  A matemática para a quilometragem e o tempo vôo coincidem perfeitamente com os factos apresentados aqui, para mostrar que essa busca permanente de um avião que caiu no oceano é simplesmente um logro.

Acho que, isto resume tudo sobre mais esta farsa, montada para encobrir algo secretamente “muito pesado”Possivelmente um dia venhamos a conhecer os motivos desse desvio de rota. Basta ficar atento. Temos que pesquisar e compreender o modus operandi  de e como nos enganam com tanta facilidade…


Por Laura Botelho






PS- Aquando do nosso primeiro artigo sobre este assunto, recebi uma opinião que deixo para vossa apreciação por ser coincidente com esta hipótese. No primeiro artigo foi escrito que seriam técnicos americanos que iriam a bordo, agora efectivamente que esses técnicos eram malaios e chineses ao serviço da empresa Texana.





Não é ficção, mas não se admirem se, nos próximos dias se venham a encontra "destroços no Índico" dando por fim a confirmação que a nave caiu no mar. Só que na minha simples opinião, o avião poderá ter estado a sofrer um desmantelamento cirúrgico em «Diego Garcia», para esses restos serem  transportados por um simples submarino que os largará algures nas zonas de busca. Resultado oficial, o avião... "espatifou-se definitivamente no Índico", assunto encerrado oficialmente!




Por fim:

Discovery Channel, emite um documentário sobre avião malaio ‘Malásia 370, O Mistério do Avião Desaparecido’ é o nome do documentário de 60 minutos que a Discovery Channel vai emitir a 13 de Abril, sobre o misterioso desaparecimento do avião da Malaysian Airlines. Naturalmente não passará por pareceres técnicos, este caso é demasiado confidencial para ser discutido em público.

segunda-feira, março 17, 2014

Na sequência...

 
 


Detesto Lisboa. (deve-se ler o "ponto")

Lisboa para mim é como a história do irmão, que por o ser, se tem de aturar, nasceu na família e por isso é algo que não se pode simplesmente mandar com o caralho, ora cá está o vernáculo tão odiado pelos mouros, que eu utilizo amíude  e que, a mouralhada claro está, toma por norma, regra e lei.

Para eles, "no Norte é normal", dizerem caralhos, foda-ses e puta que os pariu, toda a gente o diz, até o Bispo o diz, porque "no Norte é normal", e sendo assim tomam a nuvem por Juno.

Um dia ouviram o Rocha contar umas anedotas e vai daí todo o singelo cidadão e cidadã "lá no Norte" os verbaliza.

Não vou ser hipócrita, sei que os dizem, mas sejamos coerentes, aqui no Porto não temos tímpanos de barro...e o vernáculo é usado em todo o lado, mesmo na capital do (ex) império!

Voltando ao tema, o irmão...não gostamos dele, é um mete nojo, tinhoso mesmo, era mandá-lo para a sibéria mas temos de o aturar, a avó até lhe dava mais euros a ele do que a mim, sempre fazia o docinho preferido do menino enquanto eu andava fazer os recados "à velhota"... até um dia, o dia em que nos emancipamos e lhe dizemos, vai com o caralho aturei-te 20 anos da minha vida a infernizar-me o juízo, sempre a chibar-me aos pais, por isso, agora, segue o teu caminho, com ou sem merda na algibeira mas desampara-me a loja.

Pois é precisamente o sentimento que tenho por lisboa...

Detesto o seu falso puritanismo, a sua pretensa luz (no sentido real,  metafórico, figurado, etc) e toda a gente sabe que não há "luz como a de lisboa"... só mesmo quem nunca viu a Luz de África!

Enfim, detesto o seu paternalismo bacoco, desprezível, a sua arrogância ao puxar para si tudo o que é suposto ser nacional, desde fundos comunitários, sedes de organismos, empresas, concertos, eventos (o RedBull amigos, o Redbull, como foi possível a avidez, a inveja a ânsia do ter, só porque sim...)

Detesto políticos "de cá" que mal "chegam lá" se rebaixam e se deixam seduzir, qual canto das sereias, pela "capital", e sejamos claros, não são só os políticos, músicos e certos empresários também...

Se desviarmos estes aspectos da vida dos portugueses e o derivarmos para o desporto, o futebol em particular, chegámos a uma conclusão, óbvia para mim, estaríamos bem melhor a jogar em Espanha, onde faríamos boa figura e onde teríamos oportunidade de crescer ainda mais como clube. Se a região quisesse também poderia aderir, um país de merda como este não merece uma região e uma cidade destas. Estaríamos melhor na Galiza,  nem que fosse num enclave!

Detesto Lisboa. (deve-se ler o "ponto")



Porque me metem nojo...

 
 
 
 
 
"Os costumes das províncias do Norte de Portugal assemelham-se positivamente aos dos escoceses. São belos homens, francos, sinceros, corajosos, cheios de preconceitos, de ódio nacional e de amor patriótico. Eles exercem a hospitalidade: nas províncias de Entre-Minho-e-Douro e Trás-Os-Montes, não existem albergues.
No meio do país, ao contrário, e particularmente em Lisboa, os habitantes são ladrões, avarentos, traidores, brutais, orgulhosos, mal humorados e também maus de corpo como de espírito; encontram-se, contudo, algumas excepções e sobretudo entre a nobreza, que é mais culta que a nobreza espanhola, mais afável e comunicativa, o que devem ao grande convívio com estrangeiros."
Charles Dumouriez

sábado, fevereiro 22, 2014

Telhados de vidro...

Não importa como...

In: http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting-belenenses-4-0-cronica

Sporting-Belenenses, 4-0

 

Vitória simples num jogo que ficou sem contexto

Por Luis Mateus       20 de Maio de 2007 às 21:09
Missão cumprida. Mas só valeu para o objectivo mínimo: o segundo lugar. Alvalade não se vestiu de gala para o título, mas sentiu-se campeã enquanto houve Aves no Dragão. Festejou-se o que acontecia nos dois campos, até que o F.C. Porto embalou de vez para o título. O 4-0 perante um Belenenses com pouco a ganhar ou a perder até acaba por ser escasso, mas o encontro a partir de certa altura ficou sem contexto. Já só era um treino para a Taça.
O argumento teve ligeiras alterações. Desta vez não se preparava uma curta-metragem de cinco minutos, mas sim de dez. O herói era o mesmo de sempre, num remake de antigos sucessos de bilheteira: Liedson. E o objectivo era, desta vez, o prémio supremo, o título nacional. O 31 aproveitava uma bola longa e uma defesa demasiado adiantada do Belenenses para espalhar o pânico, a três centenas de quilómetros, no Dragão. O 1-0 arrumava com o jogo, porque o Belenenses pouco ou nada tinha a perder com a derrota, e agudizava a pressão sobre o principal rival pela conquista do troféu.
O Belenenses partia para a última jornada em quarto lugar e o pior que lhe podia acontecer era cair para quinto. Era uma equipa tranquila, quase totalmente virada para a final da Taça de Portugal, precisamente frente ao adversário desta noite. Sem pressão, os azuis podiam gozar o jogo. Sem motivação, haveria sempre uma voz na consciência que lhes diria para não levá-lo muito a sério. O que seria sempre justificável. Sem ser a quarta posição, os azuis lutariam apenas pelo conforto moral de não perder antes de novo embate no Jamor. E não partir para essa partida realmente decisiva com essa desvantagem psicológica.
Depois de uns cinco minutos um pouco estranhos em Alvalade - afinal, não haveria qualquer golo neste período desta vez -, os leões assumiram de vez o controlo da partida e embalaram para uma vantagem que até poderia ser mais dilatada no final do primeiro tempo. Irritantemente para Paulo Bento e para os parceiros de banco, o auxiliar de Jorge Sousa levantou três vezes a bandeirola antes de a bola entrar na baliza de Marco Aurélio antes do intervalo: Liedson e Alecsandro, os dois primeiros marcadores de serviço este domingo, adiaram os festejos.
A festa (quase) total
Aos 20 minutos, Alecsandro tinha aumentado a diferença para dois golos num remate certeiro. O brasileiro encontrou um pedaço irregular de relva no caminho da bola e traiu Marco Aurélio, já em queda. Aos 20 minutos, havia um ponto e vírgula em Alvalade. O resto dependia do que o F.C. Porto fizesse. O Belenenses estava muito abaixo do seu valor e o perigo que criou resume-se a dois lances. Um desvio após remate de Silas, que Ricardo não deixou passar, e uma finalização de Zé Pedro contra um muro de sportinguistas sobre a linha depois de perder muito tempo antes de rematar.
O Sporting sentiu-se campeão, Alvalade reagia a cada «espirro» no Dragão. Calou-se assustadoramente com o 1-0, festejou o título com o empate e foi para o intervalo ainda em festa, fazendo as contas aos dois resultados. Estava tudo a correr como o mais rebuscado dos planos. O quase condenado Aves estava a arruinar as contas dos dragões.
Nada a fazer...
O F.C. Porto fez o 2-1 poucos segundos depois do recomeço em Alvalade, culpa dos cerca de cinco minutos de diferença que tiveram as duas partidas. Era impossível para os jogadores do Sporting não perceberem o que estava a acontecer. O estádio inteiro voltava a calar-se, um silêncio sepulcral que anunciava que o vento tinha virado e levara com ele a sorte. O jogo também ficara tépido, sem grandes acelerações, apesar dos arranques intermitentes de Nani e Romagnoli de um lado e dos esforços de Zé Pedro do outro. E nem as substituições fizeram virar o rumo dos acontecimentos. Já só se pensava na Taça. Até que Yannick e Pereirinha fecharam o resultado.

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Querem conhecer a cara da imbecilidade?

É esta!

 
 
 
Assisti há dias a um "derby", há quem lhe chame o "clássico dos clássicos", gosto disso, dessa megalomania, um benfica vs sporting, muito fraquinho...com muitos ameaços disto e daquilo, mas também muito amor, amor como há muito já não se via para tal rivalidade!

Visconde que é visconde não rejeita nunca uma boa sodomização, mesmo que seja praticada na sua própria retaguarda...no fundo assistimos a um sarau da "verdade desportiva", ao jeito do antigamente, muita bazófia e no final ganharam os benfiquistas...

Há uns anos atrás, um ex presidente do sporting, também ele arauto da "verdade desportiva", determinou a face do "sistema", mas a face, essa face que ele tanto queria eliminar, afinal eram (só) duas, Pinto da Costa e Valentim Loureiro, estava longe de pensar que uns quantos anos depois se lhe depararia pela frente esta figura!

Misto, não de Gabriel Alves e de Zandinga, mas talvez de Luis Filipe Vieira e Vale e Azevedo, é o tal que quer acabar com a impunidade, mais um moralizador portanto, que nos remete para o imaginário dos concurso de Miss Universo onde, candidata que se preze, faz apelo sentido e veemente pela Paz Mundial!

Este tipo poderia ter sido mais original...já outros tiveram discurso similar, o tal discurso hipnotizador, que só pode ser interpretado à luz do "O Flautista de Hamelin" dos irmãos Grimm, falas mal de Pinto da Costa e tens direito a extensíssimo tempo de antena...

Mas este "moralizador" não era o mesmo que tinha uns "investidores" Russos meio manhosos? Eh pá agora estás a ser incoveniente, muda lá de discurso...

OK...OK...

Então termino dizendo que esta treta do atraso não passa de um "fait divers", atrasar para desgastar, desviar as atenções para o descalabro que, mais cedo ou mais tarde irá acontecer em terra de viscondes!

Dixit!

Eusébio...Com a devida distância no tempo tenho a dizer que fiques em paz...quanto ao resto, não me leves a mal...

"Benfica é Portugal" lembrou vieira no parlamento Europeu.
"Benfica é um circo" Artur Jorge

O Eusébio (com letra maiúscula pois foi assim que aprendi na escola), representa quem? Enquanto o quê? De referir que até os Moçambicanos nunca denotaram, grande simpatia pela figura, um tanto traidor à pátria dizem eles...
Enquanto homem, de facto devia ser uma boa pessoa, afável presumo, pois nunca privei com tal personagem.
Enquanto futebolista? Sim, morreu um dos melhores, mas também já morreram outros tantos do mesmo calibre. O Best, o Puskas, o Garrincha, o Leónidas (o tal que inventou o pontapé de bicicleta...) ...o Pinga...enfim uma miríade de talentos falecidos!
Bom por esta altura já os mais empedernidos benfiquistas (com letra minúscula pois é nome que a mim nada me diz) se começam a espumar e, claro está, fruto do seu superior estatuto histórico-social, que advém do facto de serem, quase todos, provenientes da mais alta aristocracia do nosso burgo, irão apelidar, a mim e a todos os que não pertençam ao concelho de Lisboa, freguesia de benfica (e adeptos do dito), de pacóvios, saloios, provincianos...ah e tacanhos também, claro está.
Eu por outro lado, sou da cidade que destronou tal hegemonia, passou-se a capital futebolística para Norte e "aqui d'el rei" que é tudo uma cambada de ladrões, pacóvios, saloios, provincianos...ah e tacanhos também, claro está. E isso meus caros é o que lhes dói, a saber:
- 1 taça dos Campeões Europeus
- 1 Liga dos Campeões
- 1 Taça Uefa
- 1 Liga Europa
- 1 Supertaça Europeia
- 2 taças Intercontinentais
O resto não afecta muito, mais campeonato menos campeonato, mais taça de Portugal menos taça de Portugal, mais supertaça menos supertaça...o que lhes causa mossa é o facto de, muito do reconhecimento de Portugal no estrangeiro, passar pelo FCP, isso dói, então o benfica não é Portugal? 
- Não!
O benfica é um circo!

PS: Morreu o Eusébio. O melhor jogador que já actuou em Portugal ( é um facto). Paz à sua alma e deixem-no descansar em paz.

PS 1: Não esperem é que quem seja afecto a outras cores esteja banhado em lágrimas e alinhem no coro da ida do falecido para o Panteão Nacional.

PS 2: O Eusébio era do benfica por isso tratem dele, deixem é o resto do país de fora.

PS 3: Quem se sentir muito incomodado com o que acabei de escrever parafraseio Maradona: "Que la chupen y sigan chupando".

sábado, fevereiro 08, 2014

Revelações!

No gabinete de Júlio Magalhães há dois relógios de parede: um a indicar a hora de Lisboa e outro com a do Porto, apresentando uma diferença de 60 minutos. Não é nenhuma provocação. Na última mudança de hora optou por actualizar apenas um relógio. “Quando mudar a hora de Verão já não preciso de mudar”, conta o director-geral do Porto Canal. Antes de se deslocar à ERC, que tinha levantado dúvidas sobre o novo accionista (FC Porto) e a sua influência nos conteúdos do canal, o M&P esteve à conversa com Júlio Magalhães. Tal como foi anunciado em 2011, garante, o FC Porto só concretizará a compra do Porto Canal à espanhola Mediapro, após três anos de gestão.
Meios & Publicidade (M&P): Está a cumprir dois anos enquanto director-geral do Porto Canal. Neste período, quais foram os momentos de maior audiência?
Júlio Magalhães (JM): Tivemos vários, mas sem dúvida que foram a inauguração do Museu do FC Porto, as duas galas de entrega dos Dragões de Ouro e os debates autárquicos.
M&P: Valeu então a pena fazer os debates das autárquicas quando mais nenhum canal se mostrou interessado…
JM: Nos debates autárquicos tivemos audiências fantásticas, ajudaram a fortalecer a marca Porto Canal e foram falados no país todo, inclusivamente nos fóruns na rádio. Às vezes, mais do que a audiência em si, é importante a projecção que se tem. Por exemplo, a última entrevista de Pinto da Costa ao Porto Canal [onde falou sobre arbitragem] teve uma audiência boa, mas todas as televisões pegaram nas imagens e isso dá-nos marca. Os canais de cabo não são de massas, de grandes audiências, são, sobretudo, de projecção de marca. Isto é um trabalho de um ano. Entrei em Fevereiro de 2011 mas só em Abril deixei a TVI com o professor Marcelo. Durante o Verão tivemos obras no estúdio. Só em Novembro é que começámos com a nova grelha. O que conta é o primeiro ano que terminou a 31 de Novembro.
M&P: Já tem o canal com o modelo que pretende ou está a meio de um processo?
JM: Queríamos eliminar o estigma de que isto era um canal do FC Porto. Não é igual ao Benfica TV, ao Real Madrid TV ou ao Barcelona TV. Quando o FC Porto assimiu o canal foi com a intenção de ter conteúdos balizados do FC Porto, que projectassem a sua marca, mas quis oferecer ao país um canal feito a partir do Porto. Durante muitos meses houve a percepção de que era um canal do FC Porto. O primeiro objectivo foi acabar com esse estigma e explicar ao mercado que é um canal como os outros. É um canal para o país, para os PALOP e que é visto no centro da Europa.
M&P: Mesmo no Porto existe essa percepção?
JM: No Porto e no Norte do pais o canal tem já uma penetração enorme. Normalmente ficamos à frente da SIC Notícias, da TVI 24 e da RTP Informação. Perdemos é na média nacional. O nosso foco é o Porto e o Norte. Queremos ir alargando o foco. Temos programas de entretenimento. Neste momento não existe nenhum canal como o Porto Canal. É o único, exceptuando se quiser a RTP2, que faz verdadeiro serviço público. Temos um programa de História e outro sobre ciência e investigação ligado às universidades, ambos em prime-time. Mais ninguém faz isto e quem tem estes programas põe-nos às duas ou três da manhã. Temos o Valter Hugo Mãe a fazer entrevistas a escritores em prime-time. Temos noticiários às 13h, 20h e 24h a fazer concorrência aos generalistas e ao cabo. Já entrevistámos Passos Coelho, Seguro, Jerónimo de Sousa, Louçã, os ministros vieram cá todos…
M&P: Vai ter de explicar isso na ERC, porque segundo as notícias, a percepção que a instituição tem sobre o canal é totalmente diferente.
JM: As pessoas fazem uma avaliação do canal sem o ver. Temos esta alavanca do FC Porto que é a maior instituição que existe no Norte e se calhar no país. Não conheço outra instituição que tenha a projecção que o FC Porto teve nos últimos anos. As pessoas estão agora a olhar para nós. Sentimos uma penetração grande nas regiões. Temos agora um programa sobre o Algarve. Temos cinema, programas sobre filmes, sobre música… Temos sete delegações, enquanto a RTP, a SIC e a TVI abandonaram completamente as delegações. Tem sido injusta a forma como o Porto Canal tem sido avaliado. O facto de não estarmos na capital tem estes custos, mas isso foi assumido desde o início.
M&P: Como consegue ter sete delegações?
JM: Porque temos acordos com comunidades intermunicipais. As delegações são editorialmente tuteladas por nós. Os acordos que fazemos visam também promover o que se faz nas aldeias, vilas e cidades, os eventos e as feiras, que levam milhares de pessoas mas que depois não têm visibilidade na televisão.
M&P: Mas só mantém as delegações a funcionar graças a esses acordos.
JM: Só é possível porque temos esse financiamento. Temos um orçamento muito rigoroso. É o menor orçamento de televisão que existe em Portugal. Anda à volta de dois milhões de euros, que permite fazer, por dia, 14 horas em directo. O programa da manhã é hoje igual ao da TVI ou SIC. Trás-os-Montes, Minho ou Aveiro, se não tivessem o Porto Canal, não apareciam em lado nenhum. As televisões nacionais, por causa da crise, fecharam e abandonaram as delegações. Mesmo o Porto praticamente não existe.
M&P: Como garante a independência das suas delegações?
JM: Está garantida, sem dúvida nenhuma. São editorialmente tuteladas pelo Porto Canal e os jornalistas são escolhidos por nós. Os contratos são explícitos em relação a isso. As entidades nunca quiseram ou podem influenciar o Porto Canal. Podem é sugerir os eventos que podemos cobrir. São eventos que, se o Porto Canal tivesse possibilidade, naturalmente estaria presente porque queremos fazer uma televisão da região para o país. Por isso, queremos dar visibilidade aos eventos que acontecem na região. Em Lisboa vê-se tudo o que acontece porque é mesmo ao lado e não tem custos fazer a cobertura de eventos que, muitas vezes, não têm a importância nem o número de pessoas de eventos que ocorrem noutras regiões. No outro dia fui à Guarda a uma exposição por onde passaram 100 mil pessoas e que o resto do país não conhece. Se fosse em Lisboa ou no Porto não tenha dúvida de que teria uma projecção nacional. Esse eventos vão para programas como o Porto Alive ou o programa da manhã, onde as câmaras, e não só, vêm falar das feiras, festas e actividades culturais. Quem financia os programas da tarde de sábado ou domingo da SIC, RTP e TVI? São as câmaras e ninguém acha que isso ponha causa a independência dos canais.
M&P: A informação já concorre com a dos generalistas?
JM: Não ambiciono nem tenho a ilusão de que vamos ter a mesma audiência da SIC, RTP e TVI mas nesse horário ficamos a frente dos canais de informação e apanhamos muito desse mercado. Temos a Ana Guedes a apresentar o jornal das 20h. Eu apresento à segunda e à sexta. Temos comentadores todos os dias. Estamos a fazer o nosso percurso. Fomos para as 13h e as 20h porque é a essa hora que as pessoas querem ver noticiários. Ao nível da opinião, temos cá o Júlio Machado Vaz, Carvalho Guerra, Daniel Serrão, Pedro Arroja, Jorge Sequeira, Pedro Bacelar Vasconcelos. A partir de Fevereiro, Luís Filipe Meneses estará às sextas a seguir ao jornal com 30 a 40 minutos de comentário sobre actualidade nacional e internacional, com convidados.
M&P: É mais um ex-líder do PSD a ter um espaço de opinião na TV.
JM: No nosso caso é por ter sido presidente de Gaia e candidato à Câmara do Porto. Rui Moreira e Manuel Pizarro foram nossos comentadores. Saíram porque foram candidatos à Câmara do Porto. Os políticos querem manter, quando podem, influência na sociedade quando saem dos cargos que ocupavam.
M&P: Já tem a grelha que idealizou?
JM: Temos um orçamento que nos permite ter esta grelha. Tudo o que quisermos fazer a mais, temos de ir buscar financiamento. A percepção anterior do canal associado ao FC Porto tinha custos porque as grandes empresas que investem em publicidade tinham algum receio em investir no canal, o que era legítimo porque têm clientes de todos os clubes. A partir do momento em que o mercado percepciona o Porto Canal de outra forma, temos capacidade de ir ao mercado financiar programas. Tenho propostas magníficas para novos programas. Tenho muita gente conhecida de Lisboa que quer trabalhar aqui. Mas depois não tenho dinheiro para os programas ou para eles. Um projecto de televisão demora muitos anos. Temos tempo. É uma maratona. Não vai ser num ou dois anos que vamos conseguir pôr o Porto Canal como uma referência, mas é hoje um canal que entrou nas referências das pessoas. Vem cá toda a gente ser entrevistada. Ninguém nos diz não. Temos todas as semanas pessoas importantes a nível nacional. Não me lembro de um primeiro-ministro dar uma entrevista a um canal de cabo.
M&P: Não é o facto de o Júlio Magalhães ser o director e o entrevistador que permite conseguir trazer cá Passos Coelho?
JM: Pode ser mas se fosse um canal só do FC Porto não acredito que estes políticos ou empresários viessem cá. Se fosse a Benfica TV ou a Sporting TV não vinham cá dar entrevistas, a não ser para falar de futebol. O principal argumento não tem a ver com o Júlio Magalhães, mas por ser um canal generalista que faz serviço público.
M&P: Como tem evoluído a captação de publicidade? Como correu o último ano?
JM: A Zon explora a publicidade do Porto Canal. Nós só podemos fazer conteúdos financiados. A Zon, tal como a Meo, Cabovisão e Vodafone, pagam xis por ano para estarmos nas suas plataformas. A Zon, como se percebe, é quem paga mais. No último ano, a partir de Março-Abril, começámos a conseguir conteúdos financiados. Já conseguimos que as marcas olhem para as nossas propostas. Isso dá-nos um acréscimo na grelha que não tínhamos. Temos o programa Saúde no Tacho, onde se explica como cozinhar pratos tradicionais com menos calorias, que corre muito bem e tem financiamento. A Sonae e a JP Sá Couto já fizeram aqui campanhas. Muitas empresas têm rubricas no programa da manhã, com conteúdos que patrocinam. Queremos conseguir ir buscar dinheiro para fazer conteúdos com outro fôlego. Precisamos de programas-âncora, que tenham impacto. Não seria um Big Brother porque custa muito dinheiro, mas que tivesse esse tipo de impacto.
M&P: Que programas-âncora seriam esses?
JM: Tenho um guião e uma proposta para fazer uma novela toda cá no Norte. Onde vou arranjar dinheiro? Não são valores comparáveis com os programas que temos actualmente. Vamos ter um programa sobre automóveis, o Estação de Serviço, onde temos financiamento de várias marcas e vai ser uma coisa com fôlego.
M&P: No meio disto, quantas horas por dia são dedicadas ao FC Porto?
JM: Temos uma hora à noite todos os dias e três flashs por dia de 10 minutos. Depois temos transmissões do hóquei, andebol ou equipa B que ocupam duas horas ao sábado e ao domingo, se houver jogos.
M&P: Esta presença do clube é para manter neste formato ou poderá ser alargada?
JM: É para manter, podemos é potenciar a marca Porto. Por exemplo, temos um programa, o Portistas no Mundo, que é igual ao Portugueses pelo Mundo da RTP. A única diferença é que são portistas. Temos outro, que é o Azul e Branco, que fala de várias profissões de pessoas que são portistas. Estamos a tentar explorar o mais possível o Museu, que será um conteúdo importante. Os conteúdos do FC Porto têm um director próprio que é o Rui Cerqueira.
M&P: Em termos de internacionalização, o Porto Canal quer chegar a novos mercados?
JM: Estamos em Angola e Moçambique. Estamos em França em duas plataformas que apanham também Suíça e Luxemburgo. Queremos agora avançar para outro continente. Na Colômbia a marca Porto é fortíssima. Gostávamos muito de estar na Venezuela porque há muitos portugueses. Queríamos ainda chegar a todos os PALOP.
M&P: Daqui vem uma receita significativa?
JM: Pagam-nos para estarmos presentes. A receita pode não ser significativa, mas a marca Porto está presente. O futuro passa pela internacionalização e por irmos buscar conteúdos ao estrangeiro.
M&P: Costuma ver a Benfica TV?
JM: É raro, porque não tenho. Às vezes vejo aqui. Como canal de clube é bem feito, até porque contrataram bons profissionais. Antes desta fase, quando não estavam lá esses profissionais, era um canal do qual eu era muito crítico porque havia exageros em antena que não beneficiavam a marca Benfica. Vi o último Benfica-Porto e pareceu-me uma transmissão bem conduzida pelo Hélder Conduto. Mas é um canal que não tem nada a ver com o Porto Canal. A nossa guerra é com os canais de informação e generalistas.
M&P: Vem aí a Sporting TV, o Braga também quer um canal. Estes projectos são importantes para os clubes?
JM: São importantes e decisivos. O futuro dos clubes vai passar pelo futebol, que é o centro de tudo, e associado a isso têm de ter uma televisão para projectar o clube. O mesmo acontece com as regiões. Tomara eu que o Porto Canal servisse de exemplo para as regiões criarem os seus próprios canais. Se as regiões não avançarem para este tipo de projectos nunca mais vão ter visibilidade. Os canais de Lisboa não querem saber do país para nada.
M&P: Faz essa acusação com frequência.
JM: Trabalhei la, sei qual é o ADN e os objectivos. Procura-se audiências e ponto final. Os canais de informação, com a crise, tornaram-se em canais onde há um pivô e dois comentadores. O que são esses canais à noite? Futebol. De segunda a domingo há debates sobre futebol nestes três canais. Aparentemente seriam canais para as classes A e B com informação e debates, mas onde se encontram agora apenas comentadores de futebol e ex-políticos. São canais que concorrem entre si principalmente no futebol e de uma forma quase guerreira. Não é para discutir a essência do futebol, mas os árbitros, os adeptos, as polémicas… Isso é que interessa porque dá audiências. Estive lá muitos anos e sei que quando há peças que têm de cair, se houver Benfica, Porto, Sporting e outros clubes, as primeiros a cair são as dos outros clubes. O que interessava era o Benfica. O mesmo se passa com as regiões. Não interessam nada a Lisboa a não ser quando há crimes, tragédias. Há dias perguntava ao presidente da câmara de Matosinhos quantas vezes foi convidado para uma entrevista no último mandato: nenhuma.
M&P: Como viu as mudanças na RTP Porto, nomeadamente a ida da Praça da Alegria para Lisboa e a possibilidade de receber a RTP2?
JM: Foi mais um sinal. A RTP precisa de uma reestruturação grande. Tem muita gente e está dimensionada para uma escala difícil de manter. A RTP Lisboa tem o triplo dos trabalhadores do Porto mas os cortes começam pelo Porto. Não faz sentido começar a reestruturação pelo Porto quando é em Lisboa que está o cerne da questão. Esta administração, pelo que tenho lido, está a fazer um esforço grande. A SIC e a TVI também têm pouca presença no Porto e já não falo do resto do país, por isso não foi um bom movimento por parte da RTP. A RTP tem de ser uma estação do país inteiro e muito voltada para a diáspora. Apesar de tudo, hoje a RTP tem uma capacidade de programação que não tinha antes. Já fui um acérrimo defensor da privatização da RTP mas hoje, com a crise, acho que deve ser reestruturada e manter o serviço público.
M&P: Há muitas caras conhecidas de Lisboa a quererem vir para cá?
JM: Sim. Hoje acontece o que há uns anos seria impensável. As pessoas do Porto iam para Lisboa para terem uma carreira e serem reconhecidas. Ninguém vinha para o Porto. Ainda é assim, mas com a abertura do Porto Canal, e como o mercado de Lisboa está fechado, tive propostas de muita gente. Como a crise se agudizou, as pessoas estão dispostas a vir para cá. Tenho muita gente interessada, não tenho é dinheiro para lhes pagar.
M&P: Ao nível de produtoras, só vale a pena apresentarem-lhe formatos que já tenham financiamento garantido?
JM: Sim. Temos de ser realistas. Podíamos assumir esse risco mas os tempos são outros. A RTP, SIC e TVI dimensionaram-se noutros tempos, meteram muita gente e hoje querem reduzir os recursos humanos e têm despedido muito gente. Não podemos fazer um percurso parecido com o desse tempo. Ou as produtoras nos apresentam propostas que não têm custos para nós ou não temos qualquer possibilidade. Enquanto não consolidarmos o Porto Canal não vamos mudar esse modelo.
M&P: Alguma vez vai conseguir sair deste modelo?
JM: Não tenho dúvidas, o nosso percurso vai ser esse.
M&P: Vai conseguir produzir uma novela?
JM: Vou. Se não for a novela, será um programa com uma dimensão do género. Não tenha dúvida de que o futuro vai pertencer a este tipo de canais. As regiões vão ter de olhar para as instituições que têm. Não podemos continuar a ter uma região do Norte que normalmente combate Lisboa e o centralismo e depois tem as suas contas de publicidade e marketing em Lisboa. Como as TVs estão todas em Lisboa, mesmo as grandes empresas do Norte voltaram-se para os meios de Lisboa.
M&P: Apesar de a Sonae, por exemplo, estar a poucos metros daqui, se quiser alguma coisa….
JM: Mandam-me para Lisboa. Acontece com todas as empresas. A Sonae já esta a olhar para o Porto Canal de uma maneira diferente. Estas grandes empresas têm de contribuir para a força da sua região e a televisão é o meio que mais contribui para essa força.
M&P: Tornou-se evangelizador nestas empresas?
JM: Sim e sinto que a mentalidade está a mudar. Hoje contactamos várias empresas, que sentem que têm de apoiar o Porto canal. Pode não ser com dinheiro mas com conteúdos, inovação. Não tenho nada contra Lisboa. Aliás, considero que as pessoas do Porto e das regiões que vão para Lisboa são as piores.
M&P: Piores?
JM: Muito piores. Rapidamente se deixam enredar nas teias de poder, esquemas, lobbies. Rapidamente se esquecem de defender as suas regiões. Estou a falar de políticos, empresários, jornalistas. Mesmo os políticos do Porto têm esta tentação de governar para agradar a Lisboa. O mesmo acontece com os empresários. Isto agora tem de mudar. Porque é que Lisboa consegue ter este ascendente sobre o país? Porque tem televisão. Os ministros saem do governo e querem ir para comentadores de TV. E vão todos. A mesma coisa acontece com os autarcas de Lisboa. Não me esqueço que a primeira entrevista que Rui Moreira deu depois de ser eleito foi ao Correio da Manhã e à SIC. Foi para Lisboa a correr dar entrevistas.
M&P: Está aqui a longo prazo?
JM: Espero acabar aqui a minha carreira. É o projecto da minha vida. Não encontra ninguém que tenha deixado o jornal de maior audiência do país e o professor Marcelo para ir para um canal que estava a começar no Porto. Toda a gente me pergunta se eu estava maluco para fazer esta mudança. Até o Jerónimo de Sousa, quando cá veio, me perguntou isso. Gostava que o Porto Canal se tornasse na principal marca de comunicação social do Porto.
 
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