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sexta-feira, abril 04, 2014

Uma teoria...

Laura Botelho, Escritora e Pesquisadora, surpreende-nos com esta versão do misterioso desaparecimento do MH-370 da Malaysia Airlines.  [daqui]



Afirma Laura:


Quando a própria media convencional e “respeitada” invoca um ar de suspense sobre o desaparecido avião após todas as hipóteses “cientificas” terem-se esgotado para resolver e capturar o que aconteceu ao MH-370 algo de estranho se está a passar. Numa altura que se recruta pessoas para ir a Marte torna-se difícil explicar que não se consiga encontrar um “aviãzinho”! Vamos fazer um diagnóstico sobre este estranho caso, reunindo as peças do puzzle  que se conhecem. 


Assim;

Boeing 777-200ER da Malaysia Airlines tem uma reconhecida boa segurança, é dito até  ser um dos mais seguros devido a sua tecnologia. No avião encontravam-se  239 passageiros. Sete eram crianças.
O Vôo MH-370 partiu do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur às 00:41 de sábado (16:41 GMT sexta-feira), e deveria chegar a Pequim às 06:30 (22:30 GMT) – um pouco mais de 7h de vôo. O Capitão Zaharie Ahmed Shah, tinha mais de 18.000 horas de vôo e era um funcionário da companhia aérea desde 1981 – 33 anos de casa.

Foram confirmados que estavam a bordo da Malaysia Airlines " 20 funcionários" (12 da Malásia e 8 da China) da empresa  FreescaleSemiconductor   – uma empresa de tecnologia com sede no Texas com bases em várias fábricas em  Kuala Lumpur e Tianjin, China. A Freescale Semiconductor desenvolve microprocessadores, sensores e outras tecnologias que executam funções de computação em sistemas electrónicos  nos últimos 50 anos. 

A Freescale tinha acabado de lançar um novo gadget de “guerra electrónica” para sistemas de radares militares nos dias que antecederam ao desaparecimento do Boeing. Aparentemente, esta patente seria aprovada 4 dias após o desaparecimento do vôo, e o que estaria em jogo seria exactamente o direito à patente.
O valor da patente seria dividida assim - 20% para Freescale Semiconductor  + 20% para cada um dos 4 funcionários, os quais estariam no avião. Caso eles não sejam encontrados a Freescale Semiconductor terá controle completo da patente. Se um detentor de patente morre, em seguida, os titulares restantes dividem igualmente os dividendos do falecido se não houver  testamento. Se quatro dos cinco morre, então o titular da patente restante fica com 100% da patente.

Os detentores de patente podem alterar o produto legalmente, passando para seus herdeiros. No entanto, não podem fazê-lo naturalmente, até que a patente seja aprovada, o que não aconteceu, pois o avião desapareceu!

Quem são os outros 20% de accionistas da Freescale ?
Incluem o Grupo Carlyle de investidores de private equity, cujo  conselheiros no passado incluíram ex-presidente americano George Bush  pai, e ex-primeiro-ministro britânico John Major. Clientes de destaque da Carlyle incluem a Saudi Binladin Group, a empresa de construção de propriedade da família de Osama Bin Laden.

Sabe-se que uma carga "altamente suspeita" estava a bordo do avião em 8 de Março, declarada "publicamente como pilhas de lítio". Por este facto, teria Moscovo notificado o Ministério de Segurança do Estado da China (MSS) da sua preocupação quanto a "essa carga" e Moscovo recebeu dos chineses a garantia de que "todas as medidas" seriam tomadas a fim de se  verificar o que estava a ser mantido tão escondido quando a aeronave entrasse no seu espaço aéreo Chinês.

Mas vamos a uns pormenores até agora pouco conhecidos: O voo MH-370 foi "significativamente desviado" do seu curso por controlo remoto. Monitorizado por satélites e radares VKO no Oceano Índico, voou quase 3.447 km (2.142 milhas) para o atol de Diego Garcia.

A alegação é que um controlo remoto (tipo drone), pode ter sido usado para controlar o avião a  sua velocidade, altitude e direcção através do envio de sinais de rádio sem a interferência dos pilotos. 



Ora os EUA tem tecnologia capaz para desviar o avião para a sua base em  Diego Garcia,ou para outra base qualquer, pois esta aeronave 777-200ER Boeing está equipada com um sistema  fly-by-wire (FBW), que substitui os controles de vôo manuais convencionais de uma aeronave ,com uma interface electrónica (controlo remoto) que, lhe permite controlar qualquer aeronave deste tipo.




Entretanto;

Moradores  nas Maldivas disseram terem visto um "avião a  voar baixo" às 6:15h em 8 de Março cuja descrição é aproximada ao voo MH-370. Um especialista em aviação local disse provavelmente que o avião teria sobrevoado as Maldivas. A possibilidade de qualquer aeronave sobrevoar a ilha no tempo e hora relatado, é extremamente baixa, acrescentou o especialista.
Testemunhas oculares do Kuda Huvadhoo  concordaram que o avião estava a voar de Norte para o Sudeste, em direcção ao extremo sul das ilhas  Maldivas. Também confirmaram o barulho incrivelmente alto que o vôo fez, quando voou sobre eles. Sabe-se que o avião após ficar incontactável passou para uma altitude de 3000 pés, naturalmente para escapar à maioria dos radares



Habitantes das Maldivas:

"Eu nunca vi um avião voar tão baixo” sobre a nossa ilha antes. Vemos hidroaviões, mas tenho a certeza de que este não era um desses, disse uma testemunha ocular. Algumas pessoas saíram das suas casas, para ver o que estava a causar este barulho tremendo".

Tudo indica que o avião desaparecido estará em Diego Garcia, uma base militar “muito peculiar”e importante dos EUA.  A matemática para a quilometragem e o tempo vôo coincidem perfeitamente com os factos apresentados aqui, para mostrar que essa busca permanente de um avião que caiu no oceano é simplesmente um logro.

Acho que, isto resume tudo sobre mais esta farsa, montada para encobrir algo secretamente “muito pesado”Possivelmente um dia venhamos a conhecer os motivos desse desvio de rota. Basta ficar atento. Temos que pesquisar e compreender o modus operandi  de e como nos enganam com tanta facilidade…


Por Laura Botelho






PS- Aquando do nosso primeiro artigo sobre este assunto, recebi uma opinião que deixo para vossa apreciação por ser coincidente com esta hipótese. No primeiro artigo foi escrito que seriam técnicos americanos que iriam a bordo, agora efectivamente que esses técnicos eram malaios e chineses ao serviço da empresa Texana.





Não é ficção, mas não se admirem se, nos próximos dias se venham a encontra "destroços no Índico" dando por fim a confirmação que a nave caiu no mar. Só que na minha simples opinião, o avião poderá ter estado a sofrer um desmantelamento cirúrgico em «Diego Garcia», para esses restos serem  transportados por um simples submarino que os largará algures nas zonas de busca. Resultado oficial, o avião... "espatifou-se definitivamente no Índico", assunto encerrado oficialmente!




Por fim:

Discovery Channel, emite um documentário sobre avião malaio ‘Malásia 370, O Mistério do Avião Desaparecido’ é o nome do documentário de 60 minutos que a Discovery Channel vai emitir a 13 de Abril, sobre o misterioso desaparecimento do avião da Malaysian Airlines. Naturalmente não passará por pareceres técnicos, este caso é demasiado confidencial para ser discutido em público.

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