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sexta-feira, janeiro 08, 2010

Ah e o desemprego?


Desem quê?
Que se foda essa merda...
Dia 8, é dia 8...

Dia 6 é dia de Reis...


...dia 8 é dia de Gays!



PS: este post tem direitos de autor que poderão ser reclamados pelo "31daarmada"! Aqui fica a devida vénia!

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Lata, muita lata mesmo...


É extenso mas revelador...leiam e reflictam!








Miguel Sousa Tavares num dos melhores artigos por si escritos

Este ano começa bem...


Desde que esta época se iniciou, eu tinha feito a mim mesmo uma promessa: aguentar-me até ao limite para não dar alento nestas crónicas ao clima habitual de facciosismo cego que alimenta ódios e suspeições sem fim e impede de ver e reconhecer o mérito alheio onde ele existe. Já lá vai decorrido meio campeonato e nunca, uma só vez que fosse, me pronunciei sobre arbitragens: quer as do meu clube, quer as dos outros; elogiei, mais do que uma vez, os progressos evidentes do futebol do Benfica, escrevendo que era a equipa que mais e melhor estava a jogar, e não tive uma dúvida em reconhecer como mais do que justa a sua vitória recente sobre o FC Porto. Fiz o que pude para a sanidade do ambiente. E aguentei-me até onde consegui.
Mas, às tantas, as coisas começam a ficar difíceis de encaixar sem reagir.
Anteontem, por exemplo, ao ler o texto, pretensamente engraçadinho, do Diogo Quintela, achei que a direcção do FC Porto deveria abandonar a sua tradicional passividade litigante e colocar-lhe um processo-crime por difamação, como o seu texto amplamente merece.
Talvez ele prefira a justiça popular à justiça democrática, talvez prefira a verdade popular à verdade apurada como tal; talvez as sentenças da justiça comum (e não a da populaça futobolística) lhe não mereçam respeito algum, talvez mesmo nem sequer se dê ao trabalho de as conhecer. Mas certamente sabe que insistir em mentiras desmascaradas pela justiça é uma calúnia e sabe que ofende, não apenas o presidente do FC Porto, mas todos os portistas, quando se diverte a escrever pretensos diálogos em que Pinto da Costa compra um árbitro por 2.500 euros.
Goebells dizia que uma mentira repetidamente dita transforma-se em verdade. Mas Goebells perdeu e as democracias triunfaram.
Talvez Diogo Quintela não goste, mas é assim: há regras no jogo.O FC Porto também deveria abandonar a sua passividade litigante no processo que aí vem e que se adivinha tumultuoso, do Conselho de Disciplina contra meia equipa do F.C.Porto, a propósito daquilo a que cada vez mais me sinto tentado a chamar «a emboscada da Luz».
E isso deveria começar pelo levantamento de um incidente de suspeição contra todo o elenco do CD e, muito em especial, contra o seu presidente, o Dr. Ricardo Costa.
A história recente da «justiça» do CD está cheia de factos que demonstram mais do que suficientemente a senha persecutória do Dr. Costa e do CD contra o FC Porto.
Este órgão e este presidente não dão garantias mínimas de isenção para julgar o FC Porto.
Têm dúvidas? Não sei se repararam como, há uns dias atrás, o Dr. Costa fez divulgar, através de jornalistas de confiança, a informação da decisão «inédita» que o CD havia tomado de recorrer de uma sentença do seu próprio órgão de recurso, o Conselho de Justiça (primeiro para o Pleno do próprio CJ, depois, ao que se anuncia e em caso de insucesso, para o tribunal administrativo).
Sem dúvida que a decisão é inédita e até estranha — ou não, como veremos adiante. Como notou José Manuel Meirim, no Público, é inédito e estranho que um órgão recorrido recorra da decisão do órgão de recurso (é assim como se o tribunal da Relação pudesse recorrer de uma decisão do Supremo), e leva a que o CD abandone o seu papel de juiz para assumir o de parte numa questão: a tanto leva a vaidade do Dr. Ricardo Costa.
Mais estranho ainda é pensar que tanto empenho do CD tem por objecto apenas uma questão menor: o responsável pelas relações com a imprensa do FC Porto insultou um jornalista de serviço num estádio (coisa lamentavelmente frequente, com todos os clubes...). Que devia ser condenado, não há dúvidas: condenado por insultar um jornalista em serviço. Mas o Dr. Ricardo Costa queria mais e resolveu condená-lo por insultar, não um jornalista, mas «um agente desportivo» — tese absurda e até insultuosa para os jornalistas, que o CJ, em recurso, obviamente não acolheu. E é desta decisão do CJ que o Dr. Costa resolveu recorrer, apostado em criar doutrina nova — como tentou fazer no passado, com resultados que o deveriam levar, se não a renunciar ao cargo, ao menos a um módico de pudor e contenção.
Agora, o curioso desta «inédita» decisão do CD — divulgada logo após os incidentes do túnel da Luz — é que ela aparenta ser tudo menos inocente. Reparem como tudo bate certo: se o Dr. Costa conseguir vencimento na sua tese de que um jornalista num estádio é um «agente desportivo», também poderá sustentar a seguir que um segurança num túnel do estádio é igualmente um «agente desportivo». E disso depende a possibilidade de aplicar a meia equipa do FC Porto aquelas demenciais penas de suspensão de um a seis anos, que o Regulamento Disciplinar contempla para as agressões a «agentes desportivos». Ainda chegará a vez de o vendedor de castanhas assadas à porta do estádio vir a ser declarado também «agente desportivo»... se isso servir para punir jogadores do FC Porto.
Sobre o que realmente aconteceu no túnel da Luz, estamos todos à espera de conhecer as já tão célebres imagens da longa metragem produzida pela Benfica- TV. Todos, não: meio mundo já as conhece. Eu já as ouvi relatadas por vários benfiquistas e ainda anteontem, aqui na BOLA, podia ler-se um pormenorizado relato dos pretensos acontecimentos no túnel, baseado, ou nas imagens, ou na versão que delas foi contada ao jornalista. «A BOLA sabe...», escrevia-se aqui. A BOLA sabe? E como sabe — viu as imagens, que é suposto terem sido entregues pelo Benfica ao CD da Liga e a mais ninguém? E, se viu, quem lhas mostrou — o Benfica ou o CD? E, se não as viu, como sabe — se não por relato de uma das partes, assumido como verdade indesmentível?
Pena que A BOLA não saiba outras coisas, a começar pelo que significa divulgar peças de acusação, antes mesmo de haver acusação, e de as divulgar em tais termos, que a defesa — (que nem sequer teve ainda acesso a nada, nem sabe qual é a acusação em concreto) — já tem a condenação escrita nas páginas dos jornais. E é pena que a BOLA não saiba também responder a outras questões essenciais: os seguranças têm o direito de estar ali? É habitual nos outros campos, estarem no túnel à saída dos jogos, misturados com os jogadores? Os seguranças do Benfica ficaram então no túnel, caladinhos e quietos, e foram inesperadamente agredidos por uma troupe de jogadores portistas que, já depois de fechados na sua cabina, resolveram sair cá para fora para os agredir? E A BOLA não sabe que, para além das cenas de pugilato do túnel, o essencial desta história é perceber o que faziam ali os seguranças do Benfica e qual foi o seu papel nos acontecimentos?
Para que não haja dúvidas, esclareço a minha posição: as agressões têm de ser punidas, primeiro criminalmente, depois no foro disciplinar. Mas aqui, na justa proporção à sua gravidade, ao motivo e circunstâncias da agressão e à representatividade desportiva dos agredidos — que é nenhuma. Até aí, todos estamos de acordo. Agora, fazer disto a arma decisiva para o Benfica ser campeão este ano, isso não! Tenham vergonha! Provem que são capazes de ser campeões no campo e não no túnel, que são capazes de ganhar um campeonato sem comprar a transferência de jogos de estádio e sem a colaboração dos amigos colocados em lugares de decisão na Liga, que, em tempos, Luís Filipe Vieira declarava ser mais importante de ter do que uma boa equipa de futebol!
Faccioso ou não, eu acho e sempre achei que o melhor deve ganhar e à vista de todos. E repito que, se o campeonato acabasse agora, o melhor era o Benfica. E até acho que fazia muito bem à nossa competitividade ter de volta um Benfica ganhador, mas como deve de ser. Porém, ainda falta meio campeonato e é desejável que ele seja disputado até ao fim em condições de igualdade. Depois de uma década de frustrações e mediocridade, interrompida apenas por um título que a ninguém convenceu, era isto que eu desejaria, se fosse benfiquista. Mas os auto-proclamados «moralizadores» do futebol português já provaram que não se contêm e que, debaixo da sua capa de virgens púdicas, não se preocupam muito com os meios para chegarem aos fins que ambicionam. É natural: os vencidos não gostam de lutar em campo aberto.

E o ano de 2010 abriu, aqui na Bola com mais uma daquelas periódicas entrevistas ao presidente do Benfica. Seis páginas — a capa, uma página inteira de elogios e quatro de auto-elogios, disfarçados de entrevista. E o dia de Ano Novo amanheceu cinzento e gasto. Tal qual o discurso do personagem.

sábado, janeiro 02, 2010

Para reflectir...



"Se os jovens aos 30 anos têm um emprego precário, mal remunerado e ainda precisam da ajuda dos pais para manterem um nível de vida digno, como podem pensar em ter filhos?"
Armando Esteves Pereira, "Correio da Manhã", 30-12-2009

I GOT A FEELING...




...that 2010 is gonna be a good year!

terça-feira, dezembro 22, 2009

Feliz Natal para todos, até para quem não me "vê"!



I'm driving home for Christmas
I can't wait to see those faces
I'm driving home for Christmas
Yeah, well I'm moving down that line
And it's been so long
But I will be there
To sing this song
To pass the time away
Driving in my car
I'm driving home for Christmas
It's gonna take some time
But I'll get there
Top to toe in tailbacks
Oh, I got red lights on the run
But soon there'll be a freeway
Get my feet on holy ground
So I sing for you
Though you can't hear me
When I get trough
And feel you near me
Driving in my car
I'm driving home for Christmas
Driving home for Christmas
With a thousand memories
I take a look at the driver next to me
He's just the same
Just the same
Top to toe in tailbacks
Oh, I got red lights on the run
I'm driving home for Christmas, yea
Get my feet on holy ground
So I sing for you
Though you can't hear me
When I get trough
Oh I feel you near me
Driving in my car
Driving home for Christmas
Driving home for Christmas
With a thousand memories
I take a look at the driver next to me
He's just the same
Driving home
Driving home
Driving home for Christmas
Driving home for Christmas

conhecem alguém execrável?

Não conhecem?

Eu apresento-vos...




É o Silvio Cervan, mais um gajo do Porto que é Benfiquista sectário e anti-portista primário e que, ou é de mim ou, foi "plantado" no "Dia seguinte" da SIC Noticias por indicação de alguém que invade estúdios...tal é o número de cretinices que debita, conseguindo mesmo a proeza de ultrapassar a abécula do Guilherme Aguiar e do Dias Ferreira!

PS: como podem comprovar eu tenho um apreço muito especial para com o Sr.

Não serve de desculpa...



...mas é sintomático do que se iria passar...

Palavras leva-as o vento...




Red Bull Air Race: PSD diz que transferência "é mais uma acha na fogueira centralista do Turismo de Portugal"
Os deputados sociais-democratas eleitos pelo Porto consideraram hoje que o "Red Bull é mais uma acha na fogueira centralista que o Turismo de Portugal tem promovido ao longo dos últimos anos face a Lisboa contra o resto do país".
Os deputados do PSD eleitos pelo círculo do Porto entregaram hoje uma pergunta na Assembleia da República, dirigida ao primeiro-ministro sobre a transferência da Red Bull para Lisboa e os critérios do Turismo de Portugal para a distribuição de incentivos próprios.
O coordenador deste grupo de deputados, Luís Menezes, disse à Lusa que a "Red Bull decidiu mudar a sua localização do Porto para Lisboa por uma questão comercial, por uma questão de dinheiro e com total conivência do Turismo de Portugal".
"Isto é mais um facto a somar a tantos outros demonstrativos da paixão centralista que o Turismo de Portugal tem por Lisboa", acrescentou Luís Menezes.
Segundo o deputado, "dos 70 milhões de euros de incentivos próprios que o Turismo de Portugal atribui em 2008 ao país como um todo, 70% foram investidos no distrito de Lisboa, ou seja, 49 milhões de euros".
"Desses 49 milhões de euros, 43 milhões de euros foram investidos só na cidade de Lisboa, o que quer dizer que Lisboa teve 64% de todos os incentivos próprios que o Turismo de Portugal atribui em 2008", explicou.
Luís Menezes denunciou ainda o facto de "em Lisboa as taxas de participação do Turismo de Portugal nos investimentos são de cerca de 50% enquanto que há distritos como o Porto ou Leiria em que as taxas de comparticipação são de 5%".
"É preciso ter descaramento para que, de forma reiterada, continuemos com este tipo de atitudes discriminatórias de Lisboa face ao resto do país", considerou o deputado, que acrescentou ainda que "o Turismo de Portugal deve explicações sérias sobre quais os critérios para a distribuição dos fundos".
Luís Menezes justificou o envio da pergunta ao Primeiro-ministro por considerar "que é da maior relevância que o líder da equipa governativa tenha conhecimento desta situação".
"Nós vamos esperar por uma resposta muito concreta do Turismo de Portugal e esperamos que essa resposta seja o mais rápida possível porque queremos fazer com que durante o ano de 2010 o Turismo de Portugal paute a sua actuação por uma distribuição mais equitativa de promoção turística das várias zonas do país", salientou.
A pergunta hoje entregue pelos deputados sociais-democratas do Porto refere que a "intervenção do Turismo de Portugal foi decisiva para a deslocalização do evento para Lisboa, em desfavor das cidades do Porto e de Vila Nova Gaia e de toda a região Norte do País".
"O Governo e o Turismo de Portugal mostraram claramente a sua total indiferença e preocupação por uma saudável distribuição de verbas e eventos de dimensão mediática com elevado retorno turístico, pelas diferentes regiões do país", continua o documento, que acrescenta ainda que "o seu aparente silêncio perante esta situação foi cúmplice de mais uma atitude característica do centralismo há muito reinante no nosso país".
In: www.ojogo.pt


...pois, pois...